Rio Grande do Norte alcança menor taxa de desemprego da série histórica no primeiro trimestre de 2026.
Levantamento do IBGE mostra avanço no mercado de trabalho, queda da informalidade e redução no número de desalentados no estado.
Rio Grande do Norte registra menor taxa de desemprego da história para o primeiro trimestre de um ano. Foto: Reprodução/IBGE O Rio Grande do Norte iniciou 2026 com um importante resultado na área econômica e do mercado de trabalho. Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), apontam que o estado registrou taxa de desemprego de 7,6% no primeiro trimestre do ano, o menor índice já contabilizado para o período desde o início da série histórica, em 2012.
O resultado representa uma redução significativa em relação ao mesmo período de 2025, quando a taxa de desocupação era de 9,9%. Já na capital potiguar, Natal, o índice ficou ainda menor, atingindo 5,9%, demonstrando um cenário de fortalecimento gradual da economia e da geração de oportunidades.

De acordo com o levantamento, aproximadamente 113 mil pessoas estavam desocupadas entre janeiro e março deste ano, número 25,4% inferior ao registrado no mesmo período do ano passado. O estudo também revelou que o estado conta atualmente com cerca de 1,374 milhão de pessoas ocupadas, reforçando o crescimento da atividade econômica em diversos setores.
Outro dado que chamou atenção foi a redução da informalidade. O Rio Grande do Norte apresentou taxa de 41,5%, considerada a menor entre os estados do Nordeste. O índice ficou abaixo da média regional e apresentou melhora em comparação ao trimestre anterior. Segundo o IBGE, a queda foi influenciada principalmente pela redução do número de trabalhadores por conta própria sem registro no CNPJ.
A pesquisa também mostrou avanço no rendimento médio dos trabalhadores potiguares. O valor mensal habitual ficou em R$ 2.953, mantendo estabilidade e demonstrando maior equilíbrio na renda da população economicamente ativa.
Além disso, houve diminuição expressiva no número de desalentados — pessoas que desistiram de procurar emprego por falta de perspectivas. O estado contabilizou cerca de 60 mil pessoas nessa condição, registrando queda de quase 18% em relação ao trimestre anterior.
Os números reforçam um cenário de recuperação e fortalecimento do mercado de trabalho no Rio Grande do Norte, indicando avanços importantes na geração de empregos, formalização e retomada econômica ao longo dos últimos meses.



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